O contexto
Quatro coisas que normalmente moram em quatro apps diferentes: hábitos, foco, dinheiro e leitura. Trocar de app o dia inteiro é atrito suficiente para abandonar todas. O Lume junta as quatro numa interface só, com um dashboard que responde a pergunta que importa de manhã: o que eu faço agora.
- Módulos
- 4
- Funciona offline
- 100%
01
Local primeiro, nuvem depois
O estado global é um useReducer com persistência em localStorage, e a sincronização com o Firestore é opcional — entra quando há sessão. Na prática: o app abre e funciona sem rede, sem esperar autenticação, sem tela de carregamento. Quem loga ganha os dados no outro aparelho; quem não loga continua usando.
A ordem inversa (nuvem primeiro, cache depois) é mais comum e teria sido mais fácil de escrever, mas transforma cada abertura do app numa aposta na conexão. Para um app de rotina, que precisa abrir em dois segundos de manhã, isso mata o hábito que ele existe para criar.
02
Gamificação que não vira trabalho
Rotinas rendem nível e moedas, que se gastam numa loja interna. É uma mecânica batida, e o risco dela é conhecido: vira mais uma obrigação. A escolha foi manter o custo de interação em um toque — o check-in do dia é um botão no dashboard, não um formulário.
O mapa de calor do ano e a sequência atual existem pelo mesmo motivo: mostram progresso sem pedir nada em troca. O usuário não preenche nada para vê-los.
03
Tema que acompanha o sistema
Tokens de tema em CSS para claro e escuro, com system-ui — SF Pro em aparelho Apple, a fonte nativa nos outros. É um app pessoal, aberto várias vezes por dia: parecer nativo importa mais do que ter identidade visual própria.



